sábado, 14 de junho de 2008

Tree Parade 2008 - 3º Lugar para Trancoso

O projecto "Recursos@florestaviva", apresentado pela Escola Secundária com 3º ciclo Gonçalo Anes Bandarra de Trancoso, conquistou o terceiro prémio da categoria 2 do concurso "Tree Parade 2008".
A árvore criada pela escola da cidade tem na copa várias peças do um puzzle pintadas e preenchidas com diversos temas:

Destruição dos recursos da floresta pelos fogos florestais;
A importância da floresta enquanto produtora de oxigénio e consumidora de dióxido de carbono (representação de moléculas destes dois gases);
Recursos alimentares fornecidos pela floresta (ex. cogumelos, pinhões, etc.);
Produção de resina e derivados;
Distribuição da massa florestal no território português;
Caça;
Poluição dos recursos da floresta;
Energias alternativas exploradas na zona (eólica);
Biodiversidade;
Desflorestação para pastagens;
Apicultura.

O tronco tem fundo castanho e sobre este estão pintados círculos com imagens de seres vivos da floresta, representando o ecossistema-floresta.
Este concurso foi promovido pela Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC) e pela Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF), no âmbito da sensibilização da população escolar na luta contra os incêndios.

Nesta edição participaram cerca de 8.000 alunos de escolas de todo o país. Depois da exposição do Terreiro do Paço, em Lisboa, as árvores criadas podem ser vistas no Parque da Cidade (Porto) até dia 22.
A mostra passará por Coimbra, no Parque Verde do Mondego, entre 25 de Junho e 10 de Julho, terminando a itinerância no centro histórico de Évora, entre 12 a 27 de Julho.
Nesse mês, de 7 a 17 de Julho, terá lugar uma votação e um leilão online com todas as árvores criadas. Do valor angariado, 50 por cento reverterá a favor das escolas, enquanto o restante será destinado a projectos de reflorestação, limpezas de mata e prevenção de incêndios.

Portal de Trancoso / O Interior

sexta-feira, 13 de junho de 2008

SANTO ANTÓNIO - Carnicães


13, 14 e 15 de Junho

FESTA DE SANTO ANTÓNIO

Carnicães

DIA 13 Sexta Feira
21h00 - Missa seguida de procissão

Dia 14 Sábado
08h30 - Chegada da Banda Filarmónica de Ceira (Coimbra)
11h00 - Missa seguida de procissão
15h00 - concerto da Banda Filármonica
17h00 - Tuna de S. Martinho (Arganil)
22h00 - Grandioso Baile com o Grupo Musical Kayane
Dia 15 Domingo
11h00 - Missa Dominical
15h00 - Actuação da Tuna de Coimbra
17h00 - Encontro de concertinas
22h00 - Grandioso Baile com o Grupo Musical Jackpot.

BandarraFm

terça-feira, 10 de junho de 2008

Região sofre impactos da greve dos transportadores

Empresários de Vilar Formoso preocupados com paralisação que começa hoje
Todos os dias passam cerca de 3.000 camiões num dos principais locais de atravessamento da fronteira com Espanha, localizada no concelho de Almeida. A greve vai trazer “elevados prejuízos”

O sector dos transportadores internacionais está a partir de hoje em greve, estando prevista a paralisação de camiões em todo o País. Um dos locais que vai sentir especialmente o efeito do protesto é Vilar Formoso, pois é neste local do concelho de Almeida que se situa o ponto de passagem de fronteira com Espanha mais frequentado do território nacional, com cerca de 3.000 viaturas pesadas de mercadorias a transpor diariamente o ponto, onde estava instalado, até 1998, o posto aduaneiro.

Alguns empresários do sector dos transportes sedeados em Vilar Formoso não escondem as preocupações face à decisão tomada no sábado em virtude de várias reclamações junto do Governo, inflamadas pela alta dos preços dos combustíveis.
José Luís Marques, administrador e director da empresa Transportes Tabuado S.A., disse à Agência Lusa que a situação "vai trazer implicações" para a economia nacional, "porque já existem muitas dificuldades no sector".
"Uma paralisação vai complicar ainda mais" a situação das transportadoras, admitiu o administrador da empresa que tem uma frota de 35 camiões que circula pelos vários países da Europa. Com uma situação de conflito "vamos ter algumas dificuldades nas saídas [dos camiões de Portugal para a Europa] e no regresso".

Enquanto o protesto se mantiver garante que "o prejuízo vai ser evidente" para a empresa sedeada em Vilar Formoso.Aos seus motoristas foi aconselhado "que não tenham atitudes de repressão nem recorram a percursos alternativos" no caso de serem surpreendidos com bloqueios nas estradas. "Tentar forçar bloqueios não", é a mensagem que José Luís Marques está a transmitir aos motoristas da sua firma.

COM OS CAMIÕES PARADOS HÁ SEMPRE PREJUÍZO

Outro empresário do sector, Victor Santos, despachante oficial em Vilar Formoso e gerente da empresa Intertir – Transportes Internacionais Lda., disse à Lusa que "com os camiões parados há sempre prejuízo". Admitiu que a situação vai originar "atrasos na entrega de mercadorias e no recebimento". A "falta de movimento" na circulação de mercadorias é mais preocupante "para os importadores, porque o País vive da importação", observou. Victor Santos disse, ainda, que o seu balcão de despachos ficará sem movimento, porque "não há despachos para as mercadorias que vêm de países que precisam de despacho alfandegário".

Diario XXI

Fábrica de confecções fecha as portas “sem explicação”

Desemprego para 60 pessoas, em Pinhel
A unidade de produção de camisas encerra 10 meses depois de iniciar a laboração. Empresa tinha sido apoiada em 240.000 euros segundo a autarquia

Uma fábrica de confecções, instalada há cerca de dez meses em Pinhel, cessou quinta-feira a sua actividade, lançando 60 operários para o desemprego, disse à Agência Lusa o presidente da Câmara local. Segundo António Ruas, a unidade de produção de camisas cessou a sua actividade "de um momento para o outro, sem que nada fizesse prever uma situação destas". "Fiquei surpreendido", admitiu, recordando que a fábrica estava a laborar em instalações cedidas pelo empresário do concelho António José Baraças e que dispunha de "instalações, água e electricidade gratuitas".

A instalação da fábrica, há menos de um ano, tinha sido apoiada "com uma verba de 240.000 euros, ou mais, de ajudas, não só por parte do empresário António José Baraças como do próprio Centro de Emprego e Formação Profissional de Pinhel". Perante as ajudas disponibilizadas, António Ruas confessa que "não se percebe porque é que não havia condições para a fábrica laborar", referindo que o empresário apenas disse "às senhoras que a fábrica não trabalharia mais a partir daquele momento".A decisão surpreendeu o autarca, que esteve reunido, na sexta-feira, com António José Baraças (o dono das instalações fabris) e com o director do Centro de Emprego de Pinhel. "Ficámos todos perplexos e surpreendidos, porque não encontramos nenhuma explicação plausível", frisou, indicando que para o encerramento da fábrica haverá "outra explicação que deve ser apurada pelas pessoas que apoiaram a laboração da fábrica".


AUTARCA REPUDIA SITUAÇÃO

O presidente da Câmara de Pinhel repudia a situação, considerando que "são menos 60 postos de trabalho, que desaparecem de um momento para o outro, sem qualquer explicação". Indicou que o empresário possui outra unidade fabril em Vila Franca das Naves (Trancoso) e que apostou em Pinhel pela necessidade de "aumentar a produção", porque "tem colocação do seu produto no mercado". "Não se vislumbravam dificuldades financeiras" para o fecho da fábrica, referiu.No desemprego ficam 60 mulheres que, segundo o autarca, terão direito a subsídio de desemprego, proporcional ao período de tempo em que trabalharam na empresa. Contudo, realçou que as trabalhadoras "oficialmente não têm conhecimento do despedimento" e que, por enquanto, "não podem dar seguimento ao processo" com vista à obtenção do subsídio de desemprego. António Ruas indicou que o empresário "não retirou a maquinaria da fábrica, mas retirou todo o produto confeccionado".

Mais um rombo, depois da Rohde
A situação criará problemas sociais no concelho de Pinhel, que em Abril de 2006 sofreu "um grande rombo" com o encerramento da fábrica de calçado Rhode, que empregava cerca de 400 pessoas. "Estávamos com alguma expectativa de minimizarmos o que aconteceu com a Rhode, mas com esta situação é mais uma machadada, porque mais pessoas ficam sem emprego", disse António Ruas. Assegurou ainda que por parte da Câmara de Pinhel "tudo será feito para minorar este problema", embora reconhecendo que ainda não sabe como.

Diario XXI

terça-feira, 3 de junho de 2008

Trancosos - Centro Cultural

6 e 7 de Junho
UMA NOITE NA BIBLIOTECA - Centro Cultural de Trancoso

Leitura de histórias, jogos, desenhos, projecção de filmes e música. Dormida na Biblioteca do Centro Cultural de sexta-feira para sábado, com pequeno almoço.Número máximo de 15 crianças entre 6 e 11 anos.


Inscrições: Biblioteca do Centro Cultural
Telef: 271 829 300

Trancosos Eventos Em / BandarraFm

Criança atropelada ao sair de autocarro escolar

Um rapaz de 11 anos ficou gravemente ferido ao ser atropelado por um automóvel em Touça, localidade do concelho de Vila Nova de Foz Côa, ao sair de um autocarro escolar, disse à Agência Lusa fonte médica.
O acidente aconteceu ao final da tarde de quinta-feira, tendo a vítima sido inicialmente transportada pelos bombeiros locais para o Centro de Saúde de Foz Côa. Após ter sido assistida, no local, a criança foi transferida de helicóptero para o Hospital de S. João, no Porto, como referiu o médico de serviço.
Segundo a fonte, a criança apresentava um traumatismo crâneo-encefálico, estava inconsciente e o seu estado era considerado "reservado".
"Um traumatismo crâneo-encefálico é sempre grave", disse o clínico à Lusa, adiantando que a evacuação por helicóptero, foi efectuada pelas 19h30.
O comandante dos bombeiros voluntários de Foz Côa, Aníbal Carvalho, referiu que o rapaz "seguia no autocarro escolar e ao sair foi atropelado" por um automóvel ligeiro "num local onde a estrada é muito estreita".
O atropelamento deu-se pelas 17h58 e a GNR do posto de Freixo de Numão, que esteve no local, tomou conta da ocorrência e identificou o condutor do veículo que atropelou a criança, disse fonte policial. Os bombeiros de Foz Côa estiveram no local do acidente com uma viatura e três homens, indicou o Centro Distrital de Operações e Socorro da Guarda.

Diário XXI

Câmara de Celorico é a mais lenta a pagar facturas na Beira Interior

Celorico da Beira é o município que demora mais tempo a pagar a fornecedores enquanto a Câmara de Castelo Branco é a mais cumpridora no conjunto dos 25 municípios da Beira Interior, de acordo com os dados divulgados pela Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL), na sexta-feira.
Os dados constam da actualização da lista do prazo médio de pagamento, registado por autarquia no final do quarto trimestre de 2007. A Câmara de Celorico da Beira demora, em média, 749 dias a pagar os serviços que lhe são prestados e os bens que lhe são fornecidos – em termos nacionais, o recorde pertence a Silves, com 1.154 dias. A autarquia liderada pelo socialista José Monteiro surge assim na liderança dos municípios mais incumpridores na lista actualizada pela DGAL, em termos regionais. No primeiro relatório, apresentado a 30 de Abril e relativo ao terceiro trimestre do ano passado, Celorico da Beira não integrava o ranking, pois não entregou a documentação que permitia os cálculos.
No primeiro relatório, a Câmara da Covilhã surgia no 12º lugar caindo agora para o 20º posto, mantendo, porém, o mesmo prazo de 382 dias.

FUNDÃO ENTRA NO RANKING
Depois da Covilhã, surgem os municípios de Trancoso (305 dias), Fornos de Algodres (290), Seia (171) e Fundão, com 162 dias. O município liderado pelo social-democrata Manuel Frexes foi outro dos que não integrou o primeiro relatório, por não ter fornecido a documentação necessária.
Ainda assim, o prazo avançado pela DGAL é superior aos quatro meses de prazo médio de pagamento calculado por Carlos São Martinho, vice-presidente da Câmara do Fundão, em declarações ao Diário XXI, a meio do mês. A Câmara da Sertã, liderada pelo socialista José Paulo Farinha figura entre os oito municípios que, segundo a DGAL, continuam ainda sem fornecer dados necessários aos cálculos.
A 22 de Fevereiro entrou em vigor o programa governamental "Pagar a Tempo e Horas", destinado a reduzir os prazos de pagamento a fornecedores de bens e serviços pelas entidades públicas.

Ao abrigo do programa, que estabelece como meta de longo prazo um período médio de pagamento entre 30 a 40 dias, as regiões autónomas e os municípios poderão contratualizar empréstimos de médio e longo prazo, "financiados maioritariamente por instituições de crédito e, maioritariamente, pelo Estado, através da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças". Os empréstimos destinam-se a substituir a dívida comercial através da afectação dos fundos ao pagamento de dívidas a fornecedores.
Diário XXI