quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Rotações 16 Dezembro 2010

Assembleia-Geral da F.M.P. Decisões para enfrentar 2011


A Assembleia-Geral da Federação de Motociclismo de Portugal (FMP) aprovou hoje, por unanimidade, o Orçamento e Plano de Actividades para 2011, principal ponto constante na agenda de trabalhos, avultando a aprovação dos calendários desportivos nacionais e alterações a regulamentos.Delegados de 23 clubes compareceram no Centro de Congressos do Estoril, ocupando a manhã nas reuniões sectoriais de comissões especializadas, e a tarde em sessão plenária. Atenta à conjuntura económica recessiva que o país atravessa, a Direcção da FMP apresentou um Orçamento para 2011 ajustado às necessidades, verificando-se uma redução global de 9,5% face ao executado este ano – em concreto, o total ascende a 1.377.775 euros, contra os 1.521.850 euros de 2010.


"Definimos um Orçamento centrado naquilo que é essencial," declarou Jorge Viegas, Presidente da FMP. "É um orçamento de rigor, para que o motociclismo continue bem num ano complicado." A redução das despesas foi obtida através de cortes nas verbas atribuídas a Comissões especializadas e apoios concedidos a pilotos, mas caso se concretizem alguns patrocínios em negociação, poderá haver mais investimento a nível de selecções e apoio a alguns pilotos.Quanto ao Plano de Actividades, o principal destaque vai para as provas internacionais a realizar em Portugal – ao todo, seis eventos pontuáveis para Campeonatos do Mundo e/ou da Europa.

Entre eles, saliência para a estreia de uma nova competição, o "Mundial" de Enduro Indoor, cuja última jornada terá lugar no Estádio do Restelo, em Lisboa, na noite de 5 de Março.


A nível do Mototurismo, são já conhecidas as datas e locais referentes aos dois eventos especiais, organizados directamente pela FMP. Assim, o Dia do Motociclista será comemorado no dia 17 de Abril em Coimbra, enquanto o "Portugal de Lés-a-Lés" acontece de 23 a 25 de Junho, entre Mogadouro/ Castelo de Vide/ Lagoa.Nesta Assembleia-Geral foi também aprovada a concessão de galardões da FMP, sendo distinguidos com o Diploma de Mérito Motociclista o piloto Gonçalo Reis e quatro colectividades – Motor Clube de Guimarães, Clube Seita TT, Grupo Motard da Vidigueira e Motoclube de Vila do Conde. Ainda ficou definido o local da Assembleia-Geral de Março de 2011, que terá por anfitrião o Ginásio Clube de Águeda.


Campeonato Nacional de Cross-Country – 2010


Luís Ferreira na categoria de motos, e Ricardo

Carvalho na de Quads, são os novos campeões nacionais de Cross-Country. Ambos os pilotos confirmaram o favoritismo para alcançar os títulos, terminando a competição só com vitórias no activo. Na derradeira jornada, em Castelo Branco, também Filipe Leal assegurou o triunfo entre os Quad no Troféu Goldspeed by Bpeters.Mais duas competições de 2010 terminaram neste Sábado – o Campeonato Nacional de Cross-Country e o Troféu TT Golspeed by Bpeters. A quarta e última prova disputou-se no Parque de Desportos Motorizados, em Castelo Branco, num traçado com 3,870 metros de perímetro e perfil variado, incluindo algumas zonas com lama e regos.


QUADS – Esta prova realizou-se à tarde, sendo válida para as duas competições já referidas, e durou hora e meia (mais uma volta), envolvendo 26 pilotos. Filipe Leal liderou durante cerca de uma hora, até ao reabastecimento, quando foi superado por Ricardo Carvalho. Entre os homens da frente, Carvalho foi o único que não precisou de reabastecer e explorou bem esse factor para ganhar, embora com curta vantagem sobre os perseguidores: Filipe Leal ficou apenas a 3,5s, e Toni Cunha em 3.º lugar a 4,6s, diferenças que testemunham o animado confronto pela vitória. O 4.º classificado, Rafael Acúrcio, ficou já a 2m31s do vencedor.Na discussão dos primeiros lugares esteve também envolvido João Vale, mas um problema mecânico forçou o abandono na segunda metade da prova. Ao invés, motivos de satisfação tinham Firmino Salazar, 8.º absoluto e vitorioso na classe de Troféu do "Nacional" de Cross-Country, enquanto Dário Alves (11.º da "geral") levou a melhor na classe Q Zero do Troféu TT. Entre as duas Senhoras presentes, Vera Anselmo impôs-se a Ana Ribeiro.


MOTOS – As "duas rodas" iniciaram a função às 18h15, portanto com iluminação artificial na pista – facto inédito no Cross-Country lusitano – para uma prova de hora e meia mais uma volta. Alinharam à partida 15 concorrentes, com Paulo Gonçalves a comandar durante a primeira metade da corrida, até conhecer problemas mecânicos que implicaram a desistência após onze voltas. Assim, Luís Ferreira acabou mesmo por comemorar o título com mais um triunfo folgado, pois o 2.º classificado ficou a três voltas. Essa posição foi ocupada por Elias Rodrigues até quatro voltas do fim, quando a sua moto deixou de funcionar. Depois, este piloto seria desclassificado por ter reabastecido no percurso, facto que lhe custou perder a vitória no Troféu da classe Nacional, ganho por Adelino Sousa. Assim, o 2.º lugar na prova albicastrense pertenceu a André Ruano, melhor representante da classe Promoção, na qual Filipe Saúde celebrou o êxito global no respectivo Troféu com a 3.ª posição absoluta nesta jornada.


UTV/ Buggy – Estranhamente, apenas quatro pilotos fizeram a deslocação a Castelo Branco, para a última ronda do Troféu Goldspeed By Bpeters nestas classes. Pior ainda, o único Buggy presente, o de Luís Ramalho, partiu a transmissão nos treinos, restando assim três UTV para uma hora de corrida. Marco Grilo foi o vencedor, com 13s sobre Carlos Miranda, enquanto Tiago Gomes completou o elenco, mas já a quatro voltas do vencedor.


MotoGP: Mercedes AMG oficialmente confirmada


Conforme já tinha dado conta há algum tempo atrás, a Ducati estava à procura de novos patrocinadores para a sua equipa de fábrica em MotoGP, nomeadamente, os especialistas em tornar os automóveis da marca Mercedes em verdadeiras máquinas de competição, a AMG.Durante a apresentação da nova Ducati Diavel ao público americano, no Salão de Los Angeles, foi o próprio presidente da AMG, Ola Kallanius a confirmar os rumores e a garantir apoio à equipa Ducati.Durante o discurso em que confirmou ser o novo patrocinador da equipa Ducati, a AMG apresentou também a sua nova “bomba”, o Mercedes CLS 63 AMG, o que imediatamente levou a que Nicky Hayden, piloto da equipa em MotoGP, revelasse a sua felicidade por poder trabalhar para a Ducati agora com novo patrocínio“Bem, se a minha moto de trabalho é esta (Desmosedici GP11) e o meu carro de trabalho é este, então posso dizer que me estou a sair bastante bem!”


Airoh Aviator chega a Portugal


O novo capacete topo de gama off-road da Airoh chega território nacional. A marca AIROH na sua constante busca de novas soluções e evoluções apresenta o novo modelo Aviator, uma das propostas da marca italiana para a colecção 2010/2011. No que diz respeito a modelos off-road, o produto mais revolucionário de todos é o ''AVIATOR'', o topo de gama da marca. Este capacete é produzido essencialmente em carbono e Kevlar, com um peso aproximado de 950gr. Possui um forro destacável e almofadas de rápida remoção, com uma calota composta por várias entradas de ar, destacando-se as superiores, que contam com umas tampas para a chuva e uma extensão extra na pala. Este modelo tem 3 calotas disponíveis, oferecendo assim um melhor conforto no tamanho. Para além disso, conta com uma forma ergonómica e preparada para o uso de Leat brace. Para mais informações pode contactar o importador da Airoh em Portugal, a Salgados Moto, através do telefone 214 691 484, ou através do e-mail bbsalgado@salgadosmoto.pt


Salvador Cabral / BandarraFm.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Rotações 15 Dezembro 2010

6 Horas Clássicos de Braga José Fafiães triunfa na 13ª edição


A 13ª edição das 6 Horas de Clássicos de Braga, consagrou a equipa de José Fafiães, Manuel Valente e Cristiano Sá Fernandes (Datsun 1200), em mais uma organização do Clube Automóvel do Minho.Durante os 360 minutos de corrida a

incerteza quanto aos vencedores foi grande, isto porque foram várias as formações que passaram pelo comando, mas alguns por problemas mecânicos foram atrasando-se ou desistindo. No final, foi a equipa de José Fafiães a vencer, depois de uma prova regular em que souberam gerir os acontecimentos da melhor forma, para além de um andamento muito consistente.Em condições semelhantes, a AMCO Racing I, com Albino Osório, Luis Sousa, João Pedro Sousa e Pedro Martins (Ford Escort) chegou ao segundo posto. Depois de terem começado por lugares mais baixos da classificação, a equipa foi ao longo do tempo subindo posições, rodando depois sempre de forma persistente nos lugares cimeiros, terminando folgados neste lugar.O derradeiro lugar do pódio foi parar às mãos de Auto Sueco Minho, que trouxe para esta corrida o Volvo 240 Turbo, que chegou a ser campeão nacional de velocidade. António Rodrigues, Lennart Westrin e Manuel Ramos dividiram o volante do carro sueco, tendo alguns problemas eléctricos na parte final, mas também um pouco de sorte, pois a Scirroco Team, com Fernando Xavier e António Santos (VW Sciroco), estava em terceiro com uma boa vantagem quando ficou pelo caminho a poucos minutos do final.


A lista dos cinco primeiros ficou completa com a AMCO Racing II, com José Carlos Magalhães, José Couceiro, Hugo Pereira, Hélder Oliveira e Francisco Pinto (BMW 323), e a Scirroco Team que mesmo depois de parar assim ainda foi quinta classificada.Grande dose de azar para a equipa dos Comissários do CAM, felizmente nada de grave se passou com Nuno Lima que ia ao volante, mas o Opel Manta ficou um pouco mal tratado. Com isto, o «Safety-Car» esteve em pista cerca de 20 minutos para que as condições de corrida fossem restabelecidas. Nuno Lima, ao volante, ele que fazia equipa com Paulo Silva e Ricardo Maia, o carro com as cores do Clube Automóvel do Minho fugiu de traseira à entrada para a parabólica do Circuito Vasco Sameiro e começou a capotar. Felizmente não passou de um susto para o piloto e alguns danos para o carro.Pelo caminho ficaram ainda a Fábrica Italiana Trsport 1, de Carlos Abreu, Rufino Fontes, José Pedro Fontes, Miguel Fontes e Rosário Sottomayor, que defendiam a vitória alcançada o ano passado. Ainda na volta de formação da grelha de partida partiu-se o motor do Alfa Romeo Giullia. O Team Stand Carvalho, com Manuel Ferreira, Silvino Pires e Carlos Pires (BMW 2002), foram outros que desistiram quando lideravam, depois de um problema de motor.


Nupel planos 2011


Nupel Global Racing Aposta no campeonato de Espanha de Asfalto e apresentou planos para 2011Na Corunha, a equipa galega Nupel Global Racing revelou os seus projectos para a próxima temporada.Representada ao mais alto nível, com entre outros, Jorge Dorribo, Luis Moya e o Campeão Mundial de S-WRC, Xevi Pons, o protagonista foi o Ford Fiesta S2000 que se apresentou com uma nova e bonita decoração!A Nupel fará do Campeonato de Espanha de Ralis de Asfalto a sua principal missão em 2011, com a dupla Xevi Pons/Alex Haro a lutar pelo título.Além do S2000, e mesmo se a projectada "Copa" com os Fiesta R2 - a Nupel possui 10 destas viaturas - não foi avante, a Nupel irá continuar a aposta em 2011, com nada menos do que quatro Fiesta R2 no "Nacional" espanhol de asfalto, um deles para Juan Dorribo, o filho do patrão da equipa.


Olavo Esteves Competições aposta forte em 2011


Praia da Vitória, Capital açoriana dos desportos motorizadosPara além do anúncio da continuidade de realização da Taça de Ralis Além Mar do Grupo Central, Olavo Esteves acaba de anunciar, na Gala de Ralis da Ilha Terceira, a criação do Centro de Desportos Motorizados da Praia da Vitória e de 5 novas competições.O Centro de Desportos Motorizados da Praia da Vitória assenta na construção (já em andamento) de uma pista em piso de terra nos terrenos anexos ao Estádio Municipal da Praia da Vitória. O traçado terá duas versões que poderão ser utilizadas para modalidades diversas e conta ainda com espaço para assistências, parques de estacionamento, acessos diferenciados, etc. A versão de pista maior tem aproximadamente 1700m de extensão e 12m de largura.A pista do Centro de Desportos Motorizados da Praia da Vitória vai permitir a disputa, já em 2011, do Troféu de Quad-Cross OEC/Motorlube (4 provas), do Troféu Kartcross (3 provas), do Troféu de Motocross OEC/Motorlube (4 provas), do Desafio Resistência TT (4 provas) e da Taça Ilha Terceira de Autocross(4 provas).Duas das provas da Taça de Ralis Além Mar do Grupo Central passam também a arrancar com super-especias duplas a correr na nova pista.


Superleague volta a anunciar prémios milionários em 2011


A Superleague Formula by Sonangol vai continuar a distribuir o maior prémio financeiro do desporto motorizado na próxima época Os pilotos vão continuar a lutar por 280.000€ em cada uma das 12 jornadas de 2011, com o vencedor da Super Final a levar para casa 100.000€.A juntar a estas maquias há ainda 1.750.000€ a distribuir pelos três primeiros classificados do campeonato no final do ano, com o campeão a reclamar 1.000.000€, o vice-campeão a ficar com 500.000€ e o terceiro a receber um cheque de 250.000€.A continuação do prize money reforça a posição da Superleague Formula como a única competição de desporto motorizado onde os pilotos podem ganhar prémios financeiros tendo por base apenas as suas prestações.Em 2010 o Campeão Davide Rigon (RSC Anderlecht) foi quem mais ganhou; ao milhão de euros pela conquista do ceptro o italiano juntou ainda 680.000€ conquistados ao longo do ano com um total de nove presenças em Super Finais, entre as quais três vitórias.Craig Dolby (Tottenham Hotspur) foi o nome que se seguiu na tabela com 860.000€ depois de ter terminado em segundo da geral, enquanto o terceiro na tabela foi Max Wissel (FC Basel) com 575.000€.Dos que não terminaram entre os três primeiros da geral, John Martin (Beijing Guoan) foi quem mais dinheiro ganhou com as presenças nas Super Finais. O australiano, que esteve fora da luta pelo ceptro no início, mas que depois rodou de forma brilhante na segunda metade do ano, venceu duas Super Finais e arrecadou um total de 365.000€, apenas mais 30.000€ que Yelmer Buurman (AC Milan), cuja época começou bem, mas acabou com azar.

Houve também dois neozelandeses que arrecadaram dinheiro, isto apesar de não terem levado a cabo a temporada completa.Chris van der Drift (Olympiacos) já tinha somado 325.000€ antes do impressionante acidente de Brands Hatch, enquanto Earl Bamber saltou da cabina de comentador para a pista, na China, para arrecadar 200.000€ em apenas sete dias ao correr pelo FC Porto e PSV Eindhoven.Os outros dois pilotos que viram os seus prémios financeiros chegar aos seis dígitos também não alinharam na temporada completa e podem ameaçar o topo da tabela caso regressem em 2011.Frederic Vervisch (Liverpool) causou impressão logo na estreia em Adria e o belga terminou o ano com 160.000€, em boa parte devido a brilhante vitória na Super Final de Portimão com pneus velhos.O gaulês Franck Perera começou a temporada pelo brasileiro Flamengo, mas também representou o Lyon e Bordeaux, arrecadando 125.000€."Actualmente é extremamente difícil os pilotos talentosos ganharem dinheiro nos monolugares – mas a Superleague Formula oferece-lhes agora essa oportunidade. Os nossos carros são todos iguais, pelo que os pilotos ganham o dinheiro tendo por base apenas as suas prestações e o árduo trabalho que levam a cabo com as suas equipas. Este ano atraímos alguns dos melhores pilotos profissionais do mundo e com a manutenção do prémio financeiro para o próximo ano esperamos ter a nossa melhor grelha de sempre em 2011", comentou Robin Webb, Director de Comunicação da Superleague Formula.


Salvador Cabral/ BandarraFm

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Rotações 02 Novembro 2010



O polaco venceu a prova e a Taça FIA de Bajas. Filipe Campos foi segundo e revalidou título nacional.O piloto do Mitsubishi impôs-se na SS2, aproveitando o facto de Filipe Campos ter furado. Apesar de ter sido o primeiro na estrada, Miguel Barbosa chegou a Portalegre após a realização do segundo Sector Selectivo na frente da Baja BP Ultimate 500 Portalegre. O piloto do Mitsubishi Racing Lancer começou por ter dificuldades em acompanhar o ritmo de Filipe Campos na primeira metade do SS, mas o piloto do BMW furou e isso permitiu a Barbosa voltar para o comando. O polaco Kryzstof Holowcyc foi o segundo mais rápido na especial, o que lhe permitiu ascender ao terceiro posto da geral, enquanto Boris Gadasin não foi além da sétima marca absoluta, a contas com problemas de pressão de gasolina, ocupando idêntica posição na geral, garantindo-lhe para já uma pontuação que lhe permite também revalidar a vitória na Taça FIA de Bajas.Apesar de se encontrar na sexta posição após o SS2, Rui Sousa já não largará para a estrada, com problemas de turbo na sua Isuzu.


Nuno Matos manteve a liderança entre os T2, apesar de um furo na fase final do sector selectivo, que não o forçou a parar para mudar a roda.De destacar que, ao manterem-se estas posições, Filipe Campos estava em condições de poder revalidar o seu título nacional de todo o terreno.Kryzstof Holowczyc, na Taça FIA de Bajas, e Filipe Campos, no Campeonato Nacional, acabam por ser os pilotos com maiores motivos para festejar no final da 24ª edição da Baja BP Ultimate Portalegre 500, corrida sob difíceis condições atmosféricas, com a chuva a tornar a tarefa dos concorrentes ainda mais dura. O polaco juntou ainda a vitória na prova, garantindo o seu primeiro sucesso em Portugal.Holowczyc partiu com oito pontos de desvantagem sobre o russo Boris Gadasin e praticamente só a vitória lhe interessava. E as coisas nem pareciam correr de feição para o piloto da Nissan Navara, pois Miguel Barbosa, que alinhava precisamente com o mesmo objectivo, começou por dominar o prólogo e depois impor-se no primeiro sector selectivo do segundo dia de prova, ampliando a sua vantagem na frente da classificação.No entanto, a mecânica do Mitsubishi não colaborou e Miguel Barbosa acabou por partir a correia do alternador, ficando sem carga de bateria e sendo obrigado a desistir. Com Filipe Campos atrasado no SS2 com um furo e imprimindo um andamento mais tranquilo a partir do momento em que Barbosa parou, Holowczyc acabou por ascender ao primeiro lugar e, com a desistência de Gadasin - problemas de pressão de combustível - acabou por conquistar um merecido sucesso que lhe garantiu a conquista da Taça FIA de Bajas.


“Foi incrível esta tarde", começou por afirmar Holowczyc. "Nunca tinha visto tanta água na vida. Parece que entrámos numa poça de água no início da especial e saímos no fim. Era muito fácil cometer um erro. Era um sector para quem tem sensibilidade, uma vez que não era fácil perceber onde era o limite. A organização foi perfeita, tenho feito muitas corridas e nunca vi um road-book tão perfeito, só não conseguem controlar o tempo. Estou muito contente com esta vitória."Quanto a Filipe Campos, confirmou em pleno o favoritismo que lhe era atribuído à partida da prova e, com o segundo lugar final, revalidou justamente o título nacional que ostentava: “Esta tarde foi muito difícil. Entrava água por todo o lado e o pára-brisas deixou de funcionar e por isso o Jaime (Batista) tinha que ir sempre a carregar no botão. Foi muito complicado, mas cumprimos o objectivo que tínhamos que era revalidar o título e por isso estamos muito satisfeitos. Sabíamos que este percurso da tarde faz menos lama, mas que acumula muita água, mas nunca tinha visto nada assim”.Excelente a actuação do espanhol Joan Roca Vila, que levou a sua Mitsubishi ao último lugar do pódio, enquanto o já campeão da categoria T2, Ricardo Porém, confirmou o título com mais uma vitória no agrupamento, depois de Nuno Matos ter liderado durante bastante tempo, mas acabando por ser eliminado numa tentativa de ultrapassagem a Pedro Grancha, que seguia com problemas, com os dois carros a tocarem-se e a ponteira de direcção do Isuzu de Matos a ceder.João Pais, acompanhado de José Janela, aos comandos da Mazda BT 50, inscrita pela Auto Sueco Coimbra, não só conseguiu o triunfo entre os concorrentes do Desafio ELF / Mazda 2010, como alcançou desde já o título, não tendo de esperar pelo resultado nas 24 TT Vila de Fronteira, prova que encerra a temporada. O piloto de Viseu gastou 6h44m28,7s a percorrer os 405,22 quilómetros dos três sectores selectivos que compunham a prova. A somar a este grande triunfo no Desafio ELF / Mazda 2010, que é actualmente o único troféu monomarca existente em Portugal, João Pais conseguiu ainda terminar a prova num notável 11º lugar absoluto.


“Sou jovem e nos últimos anos não choveu em Portalegre por ocasião da Baja. Assim tive a oportunidade de me estrear e viver por dentro as dificuldades, mas também a enorme emoção de sentir uma prova que, por todas estas caraterísticas, se tornou mítica. As condições meteorológicas obrigaram a uma condução muito cautelosa com índices de concentração redobrados e o José Janela teve um papel importante neste capítulo. Claro que a infelicidade de alguns dos meus adversários tornaram o caminho para a vitória mais fácil, embora a tensão de estar na luta por uma determinada posição nos ajude a manter todos os sentidos ainda mais apurados. A nossa Mazda BT 50 esteve também impecável, superando uma prova com condições extremamente adversas”, salienta João Pais que acrescenta:“A renovação do título vem coroar todo o trabalho de uma equipa e quero partilhar com todos os que comigo vivem este projecto a felicidade de me sagrar campeão um título que este ano adquire um significado ainda maior porque tem a chancela da FPAK”.


Classificação:

1 Krysztof Holowczyc * (POL ) Jean-Marc Fortin (BEL ) Nissan Navara Overdrive

2 Filipe Campos Jaime Baptista BMW X3

3 Joan Roca Vila (ESP ) Josep M. Ferrer (ESP ) Mitsubishi L200

4 José Alvo Rui Gomes Mazda CX7 Proto

5Ricardo Porém Manuel Porém Nissan Navara

6 Fernando André Luis Gomes Renault Megane

7 José Dinis Lucas Luis Tirano Mitsubishi Pajero DID

8 Bernardo Moniz da Maia Joana Sotto-Mayor BMW X3

9 Mário Dinis Lucas Francisco Luis Mitsubishi Montero

10 José Gameiro António Saraiva Nissan Off-Road 06


Vitória para António Maio sobre o piloto de Seia


Maio levou a melhor sobre Mário Patrão em mais uma vitória em Portalegre.O prematuro abandono de Ruben Faria e o atraso de Paulo Gonçalves fez com que a luta pela vitória fosse uma discussão entre António Maio e Mário Patrão. Na fase inicial o piloto da Yamaha teve dificuldade em encontrar o melhor ritmo e chegou ao CP1 a perder 21 segundos para Patrão.Depois os pilotos das duas rodas entraram numa zona do percurso em que o piso estava já bastante deteriorado pela passagem dos automóveis, e aí Maio conseguiu aumentar o ritmo e inverteu a classificação, passando para a frente por apenas dois segundos quando faltavam cerca de 90 quilómetros para o final. A partir daí foi sempre ao ataque e beneficiou dos problemas de Patrão para alargar a vantagem e vencer a corrida.


No final António Maio estava bastante satisfeito. “Foi uma corrida difícil. Não me consegui encontrar na fase inicial, os braços incharam um pouco e estava com dificuldades. Depois quando entrei na zona do percurso em que os pilotos do carro já tinham passado, ataquei. O piso estava muito estragado, ainda caí, mas na chegada à assistência 4 apanhei o Mário Patrão e a partir daí vim sempre a fundo. Foi uma corrida dura e difícil, mas estou muito contente por ter ganho”.De referir que António Maio inscreveu pela terceira vez o seu nome na lista de vencedores - depois de ter ganho em 2007 e 2008 e ser segundo no ano passado.Mário Patrão começou por comandar mas, na parte final, teve problemas de travões e não conseguiu resistir ao forcing de António Maio. “Foi uma boa corrida, difícil, com zonas com o piso já muito mau. Foi pena ter ficado sem travões na parte final, o que fez com que caísse duas vezes e por isso optei por controlar o andamento e terminar em segundo, que acaba por ser um bom resultado”.Paulo Gonçalves abandonou a cerca de 50 Km do final, quando era um confortável terceiro classificado, com problemas eléctricos na sua BMW. Deste modo, David Megre fechou o pódio, mas já a mais de 23 minutos dos dois da frente, demonstrando que o ritmo de quem lutou pela vitória era claramente outro.Luta muito interessante pela discussão dos títulos na prova de Portalegre.


Classificação:

1 António Maio Yamaha YZ 450 F

2 Mário Patrão Suzuki RMX-Z

3 David Megre KTM EXC 450 R

4 Joaquim Norte KTM EXC 530

5 João Nobre Kawasaki KXF 450

6 Frederico Fino Yamaha YZ 450 F

7 Pedro Afonso Yamaha WR 450

8 Nuno Silva Kawasaki KXF 450

9 Domingos Santos Kawasaki KX 250 F

10 Paulo Pinto dos Santos Honda CRF-R


Título para "Bertinho" no triunfo de Beto


Nos Quads havia títulos para entregar em Portalegre. Sabendo que já não podia chegar ao ceptro absoluto, Roberto Beto tinha como meta o título da classe Q1. A estratégia para a corrida passou por largar mais atrás para poder controlar melhor o rival, Toni Cunha. Assim que o passou o título ficava entregue e o piloto da KTM foi à procura da cereja no topo do bolo, a vitória em Portalegre e acabou mesmo por conseguir com grande à vontade. “Desde Góis que sabia que só podia lutar por ser campeão à classe e essa era a meta traçada para esta prova. Optei por largar mais atrás para poder controlar melhor o Toni Cunha. Quando o passei na pista sabia que seria campeão e fui à procura da vitória na corrida. Foi uma baja muito dura, sobretudo na segunda metade devido à lama e ao estado do piso depois de passarem os automóveis”.O segundo lugar ficou para João Lopes, mas de pouco serviu ao piloto que já não tinha hipóteses de ser campeão. Ainda assim, teve uma corrida difícil e pensou mesmo em desistir tal o desconforto que estava a sentir, mas na última assistência trocou de roupa e conseguiu chegar ao final no segundo posto.Na corrida para o título Humberto Pinto "Bertinho" levou a melhor. Depois de Ricardo Carvalho ter dominado o prólogo, o piloto do Suzuki conseguiu bater o rival e teve o prémio de fechar o pódio, posição suficiente para vencer o campeonato nacional.


Classificação:

1 Roberto Beto KTM 525 XC

2 João Lopes Suzuki LTR 450 Z

3 Humberto Pinto "Bertinho" Suzuki LTR 450

4 Toni Cunha KTM 525 HC

5 Carlos Sá Suzuki LTR 450

6 Ricardo Carvalho Yamaha YFZ 450 R

7 António Moreira Polaris Outlaw

8 Manuel Correia Can-Am Outlander Max 800 LTD

9 André Mendes Suzuki LTR 450

10 Nuno Filipe Rodrigues Suzuki LTR 450


Salvador Cabral/BandarraFm.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Rotações 30 Agosto 2010

Quads – 12 Horas de Pont de Vaux
Portugueses resistentes em França


Duas equipas portuguesas participaram em França nas 12 Horas de Pont de Vaux, a famosa prova de Resistência destinada a Quads. O melhor resultado foi obtido pelo trio constituído por João Lopes, Humberto Pinto e Maximino Santos, que concluiu esta competição no 32.º lugar.As 12 Horas de Pont de Vaux disputam-se em três mangas com diferente duração. No Sábado a acção começa à tarde com uma corrida de três horas, seguindo-se outra de cinco horas, maioritariamente nocturna pois tem início às 20h00. Finalmente, na tarde de Domingo acontece a última manga, que dura quatro horas. Este ano alinharam 107 equipas, constituídas por três pilotos, com o calor intenso a provocar grande desgaste físico.

A equipa formada por João Lopes, Humberto Pinto e Maximino Santos, em Suzuki LTR 450, teve desempenho bastante regular, pois obteve consecutivamente os 31.º, 40.º e 27.º lugares nas três mangas. O pior resultado na segunda corrida explica-se porque no arranque acendeu a luz vermelha do quad, obrigando a uma paragem na assistência para verificar que se tratou de "falso alarme", pois nenhum problema mecânico afectava o veículo. Tudo somado, esta equipa lusitana terminou a prova no 32.º lugar, a 19 voltas dos vencedores.Quanto ao trio composto por João Nazareth, Adrien Félix e Rafael Acúrcio, em Polaris Outlaw 510, logo na primeira manga perdeu muito tempo, em consequência de uma fuga de óleo. Por isso só conseguiu o 95.º posto nessa corrida, seguido por um 93.º na outra de Sábado – na qual voltou a sentir problemas, desta vez o eixo traseiro partido duas vezes. Finalmente, no Domingo o desempenho melhorou com um 51.º lugar na manga final. Feitas as contas, esta equipa terminou na 75.ª posição, com 60 voltas de atraso, entre 82 classificadas.


Em acção esteve também Humberto Santos, mas integrado numa equipa italiana que conseguiu mesmo ficar entre os vinte primeiros, após exibição muito constante. Na verdade, foi 22.º nas duas primeiras mangas e 21.º na restante, concluindo a prova no 19.º lugar.Esta edição das 12 Horas de Pont de Vaux foi ganha por uma equipa constituída por três nomes sonantes da modalidade – o francês Romain Couprie, o britânico Paul Holmes e o holandês Joe Maessen, em Yamaha – que completaram 225 voltas e bateram apenas por 37,2 segundos o trio formado pelos norte-americanos Josh Frederick e Dilon Zimmerman, acompanhados pelo francês Jeremy Warnia. No 3.º lugar, a uma volta, ficou a equipa dos franceses Mathieu Ternynck, Jay Clement e Antoine Cheurlin.


Campeonato do Mundo Júnior de Motocross
Jorge Maricato com rendimento positivo


Jorge Maricato foi o melhor representante nacional na prova única do Campeonato do Mundo Júnior de Motocross, pois conseguiu o apuramento para as duas mangas na classe 85cc, obtendo então os 33.º e 27.º lugares. Bom desempenho para um piloto apenas com 12 anos de idade, face a adversários mais velhos.Por si só, o referido apuramento nos treinos de qualificação já era uma tarefa difícil, pois nada menos de 99 pilotos da referida classe compareceram no circuito francês de Dardon-Gueugnon. Jorge Maricato vinha motivado, porque no fim-de-semana anterior tinha marcado pontos para o Campeonato da Europa, graças ao 8.º lugar numa manga também disputada em França, mas na pista de La Capelle Marival. Na prova do "Mundial", Maricato obteve o apuramento directo, ao ser 17.º na sua série de qualificação. Aliás, foi o único piloto apenas com 12 anos de idade a conseguir esse feito, pois a maioria dos quarenta apurados tinham 14 ou 15 anos de idade. Quanto às duas mangas de corrida, Maricato não conseguiu produzir bons arranques, mas mesmo assim alcançou os 33.º e 27.º lugares – resultados francamente positivos, tendo em conta a idade do jovem lusitano e a superior rodagem de grande parte dos adversários.


Mais quatro pilotos portugueses estiveram nesta jornada única do "Mundial" Júnior, também em 85cc, mas sem conseguirem a qualificação. Gil Marques ficou fora de combate logo nos treinos livres, devido a avaria no motor da sua máquina, enquanto Miguel Costa era 48.º e último no Grupo A de qualificação, para o que contribuiu uma aparatosa queda na derradeira volta. Quanto ao Grupo B, Ricardo Santos foi 43.º, e Gonçalo Gil fechou a tabela no 48.º posto, também com queda no activo.Independentemente dos resultados, esta participação além-fronteiras, no âmbito do projecto "Geração MX", constituiu uma experiência útil, pois permitiu aos participantes lusitanos rodarem ao mais alto nível internacional da sua classe, adquirindo ensinamentos para a sua evolução na modalidade – especialmente importantes para pilotos ainda em fase de formação.


Enduro Das Nações Selecções Nacionais


A Federação de Motociclismo de Portugal encontra nas suas selecções nacionais, bem como, nos projectos de formação de jovens fortes motivos de orgulho. Ao materializarem a aposta na internacionalização dos melhores pilotos Portugueses (principalmente as camadas juniores), as equipas lusitanas têm sabido dignificar o país além-fronteiras, bem como, rubricar desempenhos que contribuem para uma crescente projecção de Portugal ao mais alto nível do motociclismo.Devido ao "enquadramento" económico que a Europa e consequentemente Portugal atravessa, a Direcção da FMP tomou a decisão da não deslocação da Equipa Nacional de Enduro aos ISDE – Mexico, centrando todos os esforços no Europeu e no novo "Enduro das Nações". Com efeito, Portugal será o responsável pela organização do recém criado "Enduro das Nações", que se realizará de 09 a 12 de Setembro em Oliveira do Hospital.Nesta importante prova disputada por equipas nacionais (4 pilotos por selecção), participarão duas equipas, uma de Juniores e uma de Séniores com objectivos ambiciosos depois da estreia no ano passado em Itália com uma 3ª posição nos Seniores. Toda a estrutura está montada, organizada e empenhada em conquistar resultados superiores aos obtidos no ano passado.A SELECÇÃO NACIONAL JÚNIOR integra quatro jovens, o TEAM PORTUGAL com um potencial de desenvolvimento muito grande na modalidade. Com efeito, a grande aposta é nos quatro juniores que têm vindo a ser acompanhados de perto pela FMP nos últimos dois anos: Diogo Ventura; Luís Oliveira; Gonçalo Bandeira e Nuno Oliveira. Qualquer um deles tem muito talento e ambição de evolução na modalidade, tendo sido estes mesmos pilotos que obtiveram a 6ª posição nos Seis Dias no ano passado na Figueira da Foz.


Diogo Ventura: é o "benjamim" desta selecção. Piloto oriundo do Motocross, demonstra grande á vontade e destreza nos diversos obstáculos. Oriundo de Góis, é aplicado e tem uma grande margem de evolução na modalidade. Estreou-se na Figueira da Foz ao nível de selecções, obtendo 18ª posição na Classe E1 – Medalha de Prata.Vai participar na classe Júnior 1 tripulando uma Suzuki RMZ 250cc 4T.Luís Oliveira: como "filho de peixe sabe nadar", começou no Motocross em 2006. O ano de 2007 foi mau devido a lesão reaparecendo em 2009 esporadicamente no MX e em permanência no Enduro. Logo no ano de estreia e terminando somente metade das provas conseguiu ainda assim uma 4ª posição no Troféu Verdes 125cc 2T/250cc 4T. Foi também estreante nos ISDE da Figueira da Foz (21º na Classe E1 júnior – Medalha de Prata). Vai participar na Classe Júnior 1 tripulando uma Yamaha YZF 250cc 4T.Gonçalo Bandeira: dos quatro, este será o piloto que mais rodagem não só em provas do mundial como do Europeu integrado nos diversos projectos fomentados pela FMP. Tem também sido utilizado nas selecções juniores participantes nos ISDE desde 2007, obtendo sempre Medalhas de Prata.Tem margem de evolução e será naturalmente o piloto "capitão" de equipa, devido essencialmente á sua experiência. Vai participar na Classe Júnior 1 tripulando uma Husqvarna Te 250cc 4T. Nuno Oliveira: o mais velho dos quatro, será a última hipótese que tem para mostrar serviço nos juniores. Piloto também oriundo do Motocross, surge no enduro no ano de 2009, sendo desde logo aproveitado para a Selecção Júnior dos ISDE – Figueira da Foz. Poderá ser uma surpresa na classe onde está integrado.Vai participar na Classe Júnior 2 tripulando uma Husqvarna WR 250cc 2T.A Selecção Nacional Sénior será constituída também por 4 elementos, todos eles já com vasta experiência nacional e internacional. Os pilotos seleccionados são: Gonçalo Reis; Helder Rodrigues; Sandro Marcos e Luis Correia. Mário Patrão será o piloto suplente. Qualquer um deles dispensam apresentação detalhada tanto no mundo do Enduro como no Motocross.


Objectivos: o "Enduro das Nações" terá em Portugal a sua segunda edição. A estreia foi feita no ano passado em Itália – Castiglione Fiorentino onde a Selecção Senior Portuguesa constituída por Gonçalo Reis, Hélder Rodrigues e Paulo Felicia conquistaram um brilhante terceiro lugar a apenas 2seg da França e cerca de 2min da vencedora Itália. Este ano a representação portuguesa será não só a nível Sénior mas também Júnior, e as pretensões a resultados de relevo são grandes. O objectivo das formações lusitanas será conquistar a sua melhor classificação de sempre nesta prova. Uma equipa Sénior experiente bem como uma Júnior motivada e coesa irão concerteza enfrentar com espírito de conquista esta competição.


Salvador Cabral / BandarraFm

TAÇA DE PORTUGAL DOWNHILL URBANO VODAFONE

Não se pode dizer que as condições meteorológicas tenham sido, no passado, muito clementes para com o Downhill Urbano da Guarda, uma organização da downstream e do Clube Escape Livre,com o apoio da Câmara Municipal da Guarda, da Agência para a Promoção da Guarda, do Prime (Programa de Incentivos à Modernização da Economia), e os patrocínios da Vodafone, Ford Frisumo e Downbrigade.Na verdade, se a primeira edição foi caracterizada pelo frio quase glaciar que se fez sentir, já no ano passado a chuva marcou presença intensa, tornando as escadas da prova em verdadeiras cascatas que dificultaram ao máximo a tarefa dos pilotos presentes na prova.


Agora e com a mudança da prova para o próximo dia 19 de Setembro, é de esperar que o calor marque presença na terceira edição do Downhill Urbano da Guarda, de forma a que se torne convidativa a presença de público nas artérias do percurso, podendo deste modo desfrutar do grande espectáculo do downhill urbano, que promete animar uma vez mais o centro histórico da Guarda. Aliás, a experiência dos anos anteriores foi bastante gratificante e encorajou a repetir a iniciativa, que mantém o seu estatuto de prova válida para a Taça de Portugal Downhill Urbano Vodafone 2010, sendo este ano a quarta do seu calendário, depois de disputadas as etapas de Sesimbra, Vila do Bispo e Viseu, ficando apenas por realizar a de Porto de Mós.


O percurso mantém os 1112 metros de extensão, atravessando o coração histórico da Guarda, com partida da Torre de Menagem, passando pelo interior da Escola Santa Clara, que os participantes contornam para depois saltarem directamente para as traseiras da Sé. O traçado prossegue pela Rua D. Miguel Alarcão, chegando à Praça Velha, onde estará instalado um espectacular salto sobre um Ford Fiesta, prometendo ser um local de grande emoção para o público, devido à alta velocidade com que os concorrentes irão cruzar aquele local de referência da Guarda. O ataque às estreitas escadarias da Rua Dr. Bernardino Xavier Freire promete ser um dos desafios técnicos mais difíceis para os pilotos, que prosseguem pela Rua D. Dinis, tendo nova escadaria na entrada na Rua da Glória. Ao fundo desta artéria viram à esquerda para a Rua S. Vicente, passando pelo arco, virando depois à direita, rodando pelo passeio da Rua Paiva Couceiro.


Mal entram na Avenida dos Bombeiros Voluntários Egitanienses, os concorrentes viram à esquerda para as escadas que dão acesso ao Parque. Uma vez aí descem três níveis até saírem pelas escadarias em direcção à Avenida Monsenhor Mendes do Carmo, e depois de saltarem mais um obstáculo artificial, atingem a meta colocada praticamente em frente ao Hotel Vanguarda. De referir que o paddock estará de novo situado junto à meta.Como se pode verificar, um traçado bastante exigente, misturando zonas muito rápidas com outras de grande técnica, e em que os mais afoitos e preparados em termos de experiência estarão claramente em vantagem.


Para Paulo Domingues, o actual líder da Taça de Portugal e vencedor das três competições já disputadas, «o percurso é muito interessante mas exige igualmente uma boa preparação física, já que tem bastante pedal e só um atleta muito completo, que alie uma boa resistência física a uma competência técnica, poderá pensar em vencer. Da minha parte, vou preparado para aumentar com mais um triunfo o meu excelente palmarés na presente temporada, depois de 11 sucessos nas 12 provas em que participei em 2010.» Os treinos livres terão início pelas 09h30 de domingo e a primeira descida de prova está agendada para as 14h00. A segunda terá início pelas 16h00 e, como estipula o regulamento da Taça, apenas será considerado melhor tempo de cada participantes para a decisão da classificação final. Espera-se que quase uma centena de atletas faça a sua inscrição na prova nas categorias de federados e não federados. Os federados estão divididos pelas classes de elites/sub 23, veteranos A, veteranos B+C, juniores e cadetes, havendo ainda uma classificação especial para equipas.


Salvador Cabral/ Clube Escape Livre

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Party People e BandarraFm Sugerem:

AUDIUM OPEN AIR

É o nome da primeira festa de música electrónica realizada num espaço aberto na cidade da Guarda.

Com um evento desta dimensão pretendemos divulgar e estender o movimento de música electrónica na região suspenso no conceito underground.

A noite terá inicio ás 22:00 horas do dia 10 DE JULHO de 2010 até as 6:00 horas no parque de estacionamento do NERGA, e seguirá com um AFTER HOURS no CLUB PONTO G.


AUDIUM OPEN AIR
10 de JULHO-GUARDA

FRANK MAUREL
ANDRÉ CASCAIS
FRESHKITOS
SAM U
BLAX

VJ ´S: PLAYZONE

AFTERHOURS @ PONTO G

PRÉ VENDA: 7,5€ (limitadas)
LOCAIS DE VENDA: PONTO G E OUTROS A DIVULGAR

INFO:
Tlm: 965148013 / 964577277

Party People/ BandarraFm